No finalzinho do dia da poesia, creio que devo postar alguma menção à data. Portanto, já que já publiquei no facebook, aqui está meu segundo soneto decassílabo (O que só prova aquela minha teoria de que meios de transporte público inspiram, esse daí escrevi há uns tempos no metrô!):
Tudo em um estranhíssimo momento
Em um súbito turbilhão confuso
De um breve sentimento recluso
...E encantou-se assim meu pensamento
A instigância deste encantamento
Reclinava em ser friamente escuso
Cordialmente rude, tolo, iluso
Um inquieto pensar de tormento
Este singular momento brilhante
Eventualmente encontrou seu fim
Mas antes que sua mente o engane
Pensando que segui caminho errante
E um aroma finito emane,
Isso foi, de fato, um estopim
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