quarta-feira, 13 de março de 2013

Tag guest undo to do Nancy pop?

Eu sei que sou uma pessoa incrivelmente insuportável quando estou empolgada com anatomia e/ou fisiologia. Eu sei disso, e eu tento não ser, mas é mais forte que é. É meio que nem uma garota apaixonada pela primeira vez que não consegue parar de falar sobre o menino, como ele é lindo, inteligente, e etc etc. É uma paixão meio adolescente que tenho por essa área, mas é difícil, eu não consigo resistir, e deixo sem ressalvas ela me encantar de novo e de novo, todos os meses, semanas e até dias.

Minha reflexão dessa vez foi ao assistir uma professora gesticulando com as mãos, eu conseguia ver os tendões por baixo da pele por causa da mão magra. E quando vi alguém andando e vi a insercão do músculo e a parte ressaltada do final da tíbia. Isso não custou muito pra desencadear uma série de pensamentos, de imagens. Das mãos e das pernas dissecadas, dos tendões, cada tipo de músculo. As inserções dos músculos, e eu comecei a viajar nisso.
Porque conversando com uma pessoa, ou vendo ou qualquer coisa assim, eu dificilmente ligo o laboratório com as pessoas vivas e saudáveis, mas pela primeira vez fiz isso, e creio que tenha sido algo bom. Eu comecei a pensar como todas as pessoas que estão vivas por aí são daquele jeito por baixo: com músculos, tendões, ligamentos. tecidos lisos, tecidos conjuntivos. Na verdade, nós somos todos iguais.
Salvo uma pigmentação mais escura aqui ou ali, ou uma pele com mais ou menos rugas, não somos diferentes.

Isso me fez bem, pensar que mesmo as pessoas que parecem mais extraordinárias nos seus feitos e habilidades, seja por ser pós-doc em sei lá o que, ou mesmo tendo toda a habilidade no mundo em dançar ou cantar, somos iguais. Somos inteiramente capazes de sermos tão extraordinários quando estamos dispostos a nos esforçar, podemos ser competitivos, querer ser os melhores, os incríveis, os mais notáveis, mas não somos nada. Não podemos querer ser nada. Tudo o que realmente somos que difere de todo o resto é o nosso caráter, é a nossa alma - se é bonita ou não.
Isso vai embora e continua vivendo. Os nossos diplomas, títulos, reconhecimentos, físico... Tudo isso fica aqui. Debaixo da terra ou em um tanque de formol, pra um dia, outros alunos descobrirem como nada disso faz sentido. Como somos todos iguais e o que vale à pena - o que realmente vale à pena investir - é tudo aquilo que não vai estar impresso nos nossos tecidos ou músculos. É aquilo que é eterno.

*  *  *  *  *

Jack, Joe and Nancy in the mall - Resgate
(...)
Achord a hot are you
See league a man as sound
Tone town, throw shown
Tap pass undo mall?
Tag guest undo to do nancy pop?

Jesus is life, Jesus is real, Jesus for you
Jesus can do everything new
It's true

Via Joe name eye honest
Key pod here yes sir an ghost ozone?
Than soul!
Tap hand sand do kid hills none TV you?
Tax ash undo he more tall? Low cool.


(O peculiar dessa música, falando rápido em inglês, ó só que é que sai:
Acorda otário, se liga manezão! Tontão, frouxão! Tá passando mal? Tá gastando tudo nesse pó? Jesus is life, Jesus is real, Jesus for you. Jesus can do everything new, it's true.
Viajou na maionese que poderia ser um gostosão? Dançou! Tá pensando que Deus não te viu? Tá se achando imortal? Louco! )

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