sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

That's all, folks!

Fuvest acabou, aleluia!
Não saí tão feliz quanto previ porque todo o cansaço de uma semana tensa bateu durante a prova, saí cansada... nem participei do "pré-trote", deixando os veteranos um tanto desapontados mas acho que entenderam minha cara de 'quero minha casa'.
Como eu tinha4 horas pra montagem de uma maquete, e desenhar 5 desenhos com perspectiva e mais um da planta esquematica da maquete, nao estou tão confiante como ontem, mas até que deu...

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Todos se preparando pro acampamento e eu me preparando pra unicamp, meio triste, mas tudo bem! Cara, eu acabei a fuvest depois de ter passado na fuvest tendo no ultimo ano escolar perdido 3 meses de aula por cirurgias e gripe suína... não é possivel algo além disso!

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Hoje estive lendo meu livro de astronomia (o novo, sobre Galáxias, não o de astronomia geral do sistema solar) e estava falando sobre o fenômeno que Einstein descobriu, que você às vezes vê galáxias que estão atrás de outras galáxias por causa do desvio da luz devido à gravidade, e mostrava uma imagem em que dava pra ver uma mesma galáxia 4 vezes por causa desse fenômeno, achei engraçado como o que você vê nem sempre é real.
Se virmos assim, vivemos em uma sociedade de gravidade - tem um certo campo gravitacional em cada pessoa, metaforicamente, porque não tem motivo algum para aproximarmo-nos das pessoas, mas o fazemos, de forma quase involuntária. Conhecemos elas, dependemos delas, sem motivo nenhum, assim como a terra depende do sol pra seguir algum rascunho de rota, sem se perder pelo universo.
E dessa mesma forma por causa da gravidade de umas vemos distorções, não vemos as outras pessoas como são, não vemos o mundo como é.
Mas isso não pode acontecer, chega de óculos cor-de-rosa, chega de caleidoscópios, chega de miragens, precisamos ver o mundo como é, sem influência do espectador!
As pessoas são como são e não adianta pensarmos que 'elas podem mudar', não adianta fingirmos que as pessoas são perfeitas porque não é assim que funciona - somos todos humanos.
Sejamos menos do romantismo, arcadismo, simbolismo e mais do realismo e classicismo!

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