Luz parou de funcionar, improviso, ovo podre, desencaixe da batedeira, água no chão, aspirador, bolo deu certo mas o fermento complicou a vida, ansieadade, surpresa, comer, bolo saiu comestível, arrumar, project runway, dormir, acordar, sono, 12 aulas em 6 horas, cansaço, brntm, dormir, acordar, documentário, banho, janta, pc, perda de comprovante, stress, dormir, acordar cedo, linguagem arquitetônica.
Desânimo com próxima semana: 4 PGBs, Matemática com matéria que não foi dada, português com matéria que não foi dada, L.A..
"Well, I know what I've been told,
you gotta work to feed the soul
But I can't do this all on my own
No, I know, I'm no superman."
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
My poor brain
Esses dias descobri certa relação entre duas coisas absolutamente inusitadas: meu cérebro e meu orkut.
Veja bem, a começar o meu cérebro guarda informações relevantes da minha vida, o meu orkut faz o mesmo. Tenho fotos mentais de certos momentos importantes, enquanto todos os momentos retratados no meu álbum do orkut são importantes por igual;
Tenho guardados em minha memória meus amigos, conhecidos, família, tenho o mesmo no orkut (com a diferença que não são todos os que tem orkut);
Tenho comunidades de neurônios responsáveis pelas atividades que gosto de fazer: comunidades relacionadas a livros, filmes, idéias, línguas, gostos, desenhos. No orkut, participo de comunidades referentes, em essência, a essas coisas também;
Tenho uma imagem de mim mesma, uma interpretação interna sobre quem sou, e em parte exteriorizei no meu perfil no orkut, apresentando fatores de personalidade, gostos musicais, cinematográficos entre outros, porém nenhum desses dois perfis é completamente confiável;
Guardo em minha memória palavras, recados relevantes que pessoas que conheço me falaram ou escreveram, sejam bons ou não, tenho scraps e depoimentos guardados lá também;
Por fim, meu cérebro decidiu imitar mais uma característica do orkut: entrar em greve- bad, bad server, no donut for you.
Veja bem, a começar o meu cérebro guarda informações relevantes da minha vida, o meu orkut faz o mesmo. Tenho fotos mentais de certos momentos importantes, enquanto todos os momentos retratados no meu álbum do orkut são importantes por igual;
Tenho guardados em minha memória meus amigos, conhecidos, família, tenho o mesmo no orkut (com a diferença que não são todos os que tem orkut);
Tenho comunidades de neurônios responsáveis pelas atividades que gosto de fazer: comunidades relacionadas a livros, filmes, idéias, línguas, gostos, desenhos. No orkut, participo de comunidades referentes, em essência, a essas coisas também;
Tenho uma imagem de mim mesma, uma interpretação interna sobre quem sou, e em parte exteriorizei no meu perfil no orkut, apresentando fatores de personalidade, gostos musicais, cinematográficos entre outros, porém nenhum desses dois perfis é completamente confiável;
Guardo em minha memória palavras, recados relevantes que pessoas que conheço me falaram ou escreveram, sejam bons ou não, tenho scraps e depoimentos guardados lá também;
Por fim, meu cérebro decidiu imitar mais uma característica do orkut: entrar em greve- bad, bad server, no donut for you.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
It's all about the chase
Estou gostando muito do novo CD da Marit Larsen, mais uma música para trazer pra cá e compartilhar com vocês!
Como não tem clipe, aí esta um video com a música e abaixo está a letra (a qual particularmente adorei)
The Chase - Marit Larsen
Como não tem clipe, aí esta um video com a música e abaixo está a letra (a qual particularmente adorei)
The Chase - Marit Larsen
When the leaves fell down you were my lover
Winter taught me you were my friend
When the spring came 'round I'd often wonder
Will the summer bring you back again?
But now I know
With you it's about the chase
You're not getting anything from me
I try to find a new direction
You wait on every corner turn
But the minute I ask your attention
You turn on your heels and I get burned
At least I know
Like day and night I know as much as you
With you it's about the chase
Still every path, it leads me back to you
With you it's about the chase
It's like a disease, I am not doing well
I know it's not easy but it's easy to tell
With you it's about the chase
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
No man, no cry
A primavera está chegando, viva!
Apenas mais uma semana e aí está, solzinho, chuvas, flores, vestidos leves, cabelos ao vento.
Eu gosto bastante dessa estação, não é terrivelmente quente como o verão e tem uma alegria em olhar para fora e ver sol, não nublado!
O grande problema que estou encontrando é que nem chegou a primavera e os efeitos negativos já estão surgindo, o pior destes os benditos casais que brotam do na-da. É uma época pior mesmo que dia dos namorados, tenha dó!
Não estou reclamando do fato de que existem namorados no mundo mas, tem duas coisas que pioram ainda mais: quão precoces são os casais e a falta de respeito para com o resto do mundo.
Um dia fiquei escandalizada, ouvi uma menina na sexta série (12 anos, mais ou menos) dizendo "Ai, eu to encalhada, eu fui na festa ontem e não fiquei com ninguém". Quis dar um cascudo nela e falar "se toca, menina, tem mais na vida do que isso!".
Desde pequenos nos é encucada a noção do príncipe encantado e talvez as meninas estão torcendo pra que depois que derem um, dois, dez beijos vire uma porcaria de príncipe.
Há outra parcela nesse grupo das meninas que estão cientes que os príncipes não existem, que já se tocou que o príncipe é uma grande mentira, literalmente uma história pra dormir que não existe. Por acaso você já olhou os livros da Branca de Neve ou Bela adormecida e estava escrito "Baseado em fatos reais"?? Não! Você já considerou o fato de que talvez seja porque é ficção? Fruto da fantasia e imaginação do escritor?
Esse grupo é dividido em dois: as que se contentam com os sapos sem nem esperança que vire príncipe, é o que eu tenho então tá ótimo. Aquela coisa de que quantidade é melhor que qualidade, afinal homens-sapos existem aos montes no mundo mas a proporção de pseudopríncipes é tão baixa que nas pesquisas pra fazer as estatísticas nenhum foi encontrado.
A outra parte tão insignificantemente pequena que provavelmente nem deveria ser mencionada, que estou mencionando apenas devido ao fato que eu estou inserida nesse grupo, é o das meninas que chutaram o balde: cortaram as tranças, amarraram no castelo e desceram da janela sozinhas fazendo rappel. Não preciso de porcaria nenhuma de príncipe, posso eu mesma matar meus próprios dragões.
Uma das maiores e mais famosas representantes do grupo é a rainha Elizabeth I, talvez pelo fato de o pai dela ser uma besta elevada à septagésima nona potência ela não queria saber de homens: dizia que homem nenhum estava a sua altura, nunca casou. Tornou a Inglaterra a maior potência marítima da época. Toma essa, machistas!
Agora todos devem estar pensando "isso é só um estereótipo da boca pra fora, mulheres dizem que odeiam homens mas sabem muito bem que precisam deles!" e realmente precisamos deles assim como eles precisam de nós, Deus criou Eva por um motivo além de colocar ordem no Jardim do Éden =P Criou tanto o homem quanto a mulher para que fizessem companhia um ao outro.
Desfecho apenas mencionando o fato que não sou feminista ou nada assim (aliás, feminismo foi a maior burrada das mulheres, depois disso além de trabalhar em casa e criar os filhos trabalha fora, também) apenas me conformo com o fato de que há felicidade sem romance e relacionamentos amorosos, existe uma vida real além da ilusão. O problema agora é só levar os próximos 3 meses vendo casais surgindo, mas quando o verão chegar ninguém vai nem querer chegar perto do outro por causa do calor, aí sim estarei no meu paraíso.
Apenas mais uma semana e aí está, solzinho, chuvas, flores, vestidos leves, cabelos ao vento.
Eu gosto bastante dessa estação, não é terrivelmente quente como o verão e tem uma alegria em olhar para fora e ver sol, não nublado!
O grande problema que estou encontrando é que nem chegou a primavera e os efeitos negativos já estão surgindo, o pior destes os benditos casais que brotam do na-da. É uma época pior mesmo que dia dos namorados, tenha dó!
Não estou reclamando do fato de que existem namorados no mundo mas, tem duas coisas que pioram ainda mais: quão precoces são os casais e a falta de respeito para com o resto do mundo.
Um dia fiquei escandalizada, ouvi uma menina na sexta série (12 anos, mais ou menos) dizendo "Ai, eu to encalhada, eu fui na festa ontem e não fiquei com ninguém". Quis dar um cascudo nela e falar "se toca, menina, tem mais na vida do que isso!".
Desde pequenos nos é encucada a noção do príncipe encantado e talvez as meninas estão torcendo pra que depois que derem um, dois, dez beijos vire uma porcaria de príncipe.
Há outra parcela nesse grupo das meninas que estão cientes que os príncipes não existem, que já se tocou que o príncipe é uma grande mentira, literalmente uma história pra dormir que não existe. Por acaso você já olhou os livros da Branca de Neve ou Bela adormecida e estava escrito "Baseado em fatos reais"?? Não! Você já considerou o fato de que talvez seja porque é ficção? Fruto da fantasia e imaginação do escritor?
Esse grupo é dividido em dois: as que se contentam com os sapos sem nem esperança que vire príncipe, é o que eu tenho então tá ótimo. Aquela coisa de que quantidade é melhor que qualidade, afinal homens-sapos existem aos montes no mundo mas a proporção de pseudopríncipes é tão baixa que nas pesquisas pra fazer as estatísticas nenhum foi encontrado.
A outra parte tão insignificantemente pequena que provavelmente nem deveria ser mencionada, que estou mencionando apenas devido ao fato que eu estou inserida nesse grupo, é o das meninas que chutaram o balde: cortaram as tranças, amarraram no castelo e desceram da janela sozinhas fazendo rappel. Não preciso de porcaria nenhuma de príncipe, posso eu mesma matar meus próprios dragões.
Uma das maiores e mais famosas representantes do grupo é a rainha Elizabeth I, talvez pelo fato de o pai dela ser uma besta elevada à septagésima nona potência ela não queria saber de homens: dizia que homem nenhum estava a sua altura, nunca casou. Tornou a Inglaterra a maior potência marítima da época. Toma essa, machistas!
Agora todos devem estar pensando "isso é só um estereótipo da boca pra fora, mulheres dizem que odeiam homens mas sabem muito bem que precisam deles!" e realmente precisamos deles assim como eles precisam de nós, Deus criou Eva por um motivo além de colocar ordem no Jardim do Éden =P Criou tanto o homem quanto a mulher para que fizessem companhia um ao outro.
Desfecho apenas mencionando o fato que não sou feminista ou nada assim (aliás, feminismo foi a maior burrada das mulheres, depois disso além de trabalhar em casa e criar os filhos trabalha fora, também) apenas me conformo com o fato de que há felicidade sem romance e relacionamentos amorosos, existe uma vida real além da ilusão. O problema agora é só levar os próximos 3 meses vendo casais surgindo, mas quando o verão chegar ninguém vai nem querer chegar perto do outro por causa do calor, aí sim estarei no meu paraíso.
domingo, 13 de setembro de 2009
Pensei
Queria escrever algo
Não sei o que
Não sei por que
Não sei, ok?
Pensei em falar do mundo
Da sociedade
Mas não tinha nada de bom
Só frieza, hostilidade.
Pensei em falar do romântico
Falar de mim, de você
De sentimento
Clichè.
Pensei em falar de amigos
Mas poucos restaram
Há demasiados antigos
Acho que se cansaram.
Pensei em falar da natureza
Flores, rios, bucolismo
Mas também estão indo embora
Dão lugar à droga do consumismo.
Mas daí lembrei do que não existe
Fé, esperança, amor
Aquelas coisas contra egocentrismo
Aquelas coisas de que devemos escrever
Conceitos que devemos rever.
Mas daí lembrei que existe sim
Só é difícil achar
Vou deixá-las crescerem dentro de mim
E espalhar por aí,
Um presente pra vocês.
Só estou entregando, não é de mim
Mas Daquele que te fez.
sábado, 12 de setembro de 2009
Momentary Lapse of Reason
Quero comprar 12 livros de uma vez.
Obsessão ou compulsão?
Acho que apenas transtorno obsessivo compulsivo (por livros).
Obsessão ou compulsão?
Acho que apenas transtorno obsessivo compulsivo (por livros).
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Wishful thinking
Vagando pela internet, fui procurar músicas das ex integrantes da banda M2M, procurei Marion Raven, que fazia tempo que não ouvia, fiquei bem desapontada especialmente com os clipes. Então fui ver Marit Larsen, apesar de eu ter um cd dela (aliás, descobri que ele me faz dormir... me fez dormir no onibus indo para salto e acordei na última música, perfeito!), e descobri que ela está com diversas músicas novas.
Uma delas, encontrei o clipe e adorei, mais ainda que a música em si. Decidi colocar por aqui para vocês, caso se interessem. Aliás, com esse cabelo a Marit está muito (muito mesmo) parecida com a Leanne, quinta temporada de Project Runway.
* * * * *
Aqui está um texto filosófico, bem clichê, mas considerando minhas atuais circunstâncias, está bem presente no meu dia a dia.
Paradoxo
Por Juvenal Arduini
“O ser humano é ambivalente. Conhecido e estranho, próximo e distante, transparente e opaco. O ser humano canta e protesta, dança e agride, congrega e dispersa (...). O ser humano expande-se festivamente e tranca-s amargamente. É lógico e ilógico.
O ser humano é linguagem pluriforme. Fala e silencia, grita e emudece, gargalha e enclausura-se. O ser humano é palavra ofertada e palavra recusada. E recusar a palavra aos outros é rejeitá-los. O ser humano é fonte exuberante de comunicação e, também, núcleo rígido de incomunicação. Comunicabilidade e incomunicabilidade são duas faces do existir humano. O ser humano é diálogo fecundo e monólogo estéril (...).
O ser humano é fértil em criações. Cria vida, saúde, pão, paz, ciência e tecnologia. Mas o ser humano é também niilista. Incinera o mundo. Basta ver a guerra. O ser humano constrói maravilhas, mas também pode arrasá-las. Planta semente e desintegra a germinação. (...)
O ser humano sente necessidade de convivência social e solidariedade. Mas é também anti-social. A discriminação, o fanatismo e o sectarismo esfiapam o tecido da sociabilidade. (...) O ser humano cativa com afeição e algema com servidão. (...)
O ser humano é oscilante. É paradoxo. Avança e recua, atrai e expulsa, ergue-se e recai, edifica e pulveriza, arrisca-se e amoita-se. O ser humano não é apenas herança. É decisão. É gênese existencial. É conquista de todos os dias. Lidar com o ser humano é lidar com o paradoxo. (...)
Para compreender o ser humano é preciso vê-lo como processo, como fenômeno em andamento. A visão fixista estratifica o ser humano e mumifica-lhe o real significado. O ser humano pulsa, está em mutação. É cachoeira de decisões. Jamais concluído.”
Uma delas, encontrei o clipe e adorei, mais ainda que a música em si. Decidi colocar por aqui para vocês, caso se interessem. Aliás, com esse cabelo a Marit está muito (muito mesmo) parecida com a Leanne, quinta temporada de Project Runway.
* * * * *
Aqui está um texto filosófico, bem clichê, mas considerando minhas atuais circunstâncias, está bem presente no meu dia a dia.
Paradoxo
Por Juvenal Arduini
“O ser humano é ambivalente. Conhecido e estranho, próximo e distante, transparente e opaco. O ser humano canta e protesta, dança e agride, congrega e dispersa (...). O ser humano expande-se festivamente e tranca-s amargamente. É lógico e ilógico.
O ser humano é linguagem pluriforme. Fala e silencia, grita e emudece, gargalha e enclausura-se. O ser humano é palavra ofertada e palavra recusada. E recusar a palavra aos outros é rejeitá-los. O ser humano é fonte exuberante de comunicação e, também, núcleo rígido de incomunicação. Comunicabilidade e incomunicabilidade são duas faces do existir humano. O ser humano é diálogo fecundo e monólogo estéril (...).
O ser humano é fértil em criações. Cria vida, saúde, pão, paz, ciência e tecnologia. Mas o ser humano é também niilista. Incinera o mundo. Basta ver a guerra. O ser humano constrói maravilhas, mas também pode arrasá-las. Planta semente e desintegra a germinação. (...)
O ser humano sente necessidade de convivência social e solidariedade. Mas é também anti-social. A discriminação, o fanatismo e o sectarismo esfiapam o tecido da sociabilidade. (...) O ser humano cativa com afeição e algema com servidão. (...)
O ser humano é oscilante. É paradoxo. Avança e recua, atrai e expulsa, ergue-se e recai, edifica e pulveriza, arrisca-se e amoita-se. O ser humano não é apenas herança. É decisão. É gênese existencial. É conquista de todos os dias. Lidar com o ser humano é lidar com o paradoxo. (...)
Para compreender o ser humano é preciso vê-lo como processo, como fenômeno em andamento. A visão fixista estratifica o ser humano e mumifica-lhe o real significado. O ser humano pulsa, está em mutação. É cachoeira de decisões. Jamais concluído.”
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