Estava eu, em casa, passando minha roupa quando escuto o celular insistentemente chamar-me da escrivaninha. Desliguei o ferro - como qualquer pessoa sensata o faz ou deveria fazer - e fui atender. N'umero familiar, Estela.
Começamos a conversar e afogar nossas mágoas na conversa. Continuei passando roupa e conversando. Ela então, em surpresa com a similaridade dos problemas exclama "Eu sei que não é uma situação boa, mas é bom saber que mais gente está passando por isso pra poder conversar!"' "É estranha a similaridade", respondi, pausei, pensei: "NÃO ACREDITO!" "O que?" "Vivemos em universos paralelos!" "Hein??", respondeu ela confusa.
"A situação é exatamente a mesma, mas com pessoas opostas!" "Hm..." "Você é baixinha, morena, magrinha e eu... bem, sou o contrário disso." "É verdade! Eu adoro coisas radicais..." "e que envolvem quebrar ossos e coisas doidas, eu fujo disso com toda velocidade!" "MEU, você tem razão" "Um dia, vamos descobrir que vivemos em universos paralelos. Ou melhor, somos um experimento." "É! Colocar pessoas opostas na mesma situação e ver como se saem!" "Isso é cientificamente correto... Sempre deve haver o controle positivo e negativo, e portanto oposto em um experimento..." "Cadê as câmeras?? Cadê??? Estão controlando a gente, Mel!"
Começamos a conversar e afogar nossas mágoas na conversa. Continuei passando roupa e conversando. Ela então, em surpresa com a similaridade dos problemas exclama "Eu sei que não é uma situação boa, mas é bom saber que mais gente está passando por isso pra poder conversar!"' "É estranha a similaridade", respondi, pausei, pensei: "NÃO ACREDITO!" "O que?" "Vivemos em universos paralelos!" "Hein??", respondeu ela confusa.
"A situação é exatamente a mesma, mas com pessoas opostas!" "Hm..." "Você é baixinha, morena, magrinha e eu... bem, sou o contrário disso." "É verdade! Eu adoro coisas radicais..." "e que envolvem quebrar ossos e coisas doidas, eu fujo disso com toda velocidade!" "MEU, você tem razão" "Um dia, vamos descobrir que vivemos em universos paralelos. Ou melhor, somos um experimento." "É! Colocar pessoas opostas na mesma situação e ver como se saem!" "Isso é cientificamente correto... Sempre deve haver o controle positivo e negativo, e portanto oposto em um experimento..." "Cadê as câmeras?? Cadê??? Estão controlando a gente, Mel!"
E no final das contas, não é isso que a gente é? Cobaias para as pessoas que ainda virão, que podem ou não aprender com aquilo que passamos.
O último highlight da conversa foi o meu comentário:
"Estela... nós temos dezenove anos e já estamos no fundo do poço."
O último highlight da conversa foi o meu comentário:
"Estela... nós temos dezenove anos e já estamos no fundo do poço."
Temos 19, nos comportamos como 9 e falamos como se tivessemos 29.
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