segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Pandemia cardíaca

Ando ponderando a respeito de muitas coisas esses dias. Desde questões metafísicas, até análises sócio-psicológicas e reflexões particulares. Como sempre, não cheguei a resposta, mas apenas a mais perguntas retóricas.
Na faculdade tenho me irritado profundamente com o enorme número de casais que vejo pra lá e pra cá, todos melosos e de mãos dadas por ser início de namoro. Comecei a ponderar o motivo dessa epidemia amorosa terrível e atroz que está até se alastrando entre meus conhecidos de fora da faculdade.
Eis um pequeno fato estou crescendo. Bem, ou deveria estar. Portanto, presume-se que as pessoas em meus círculos sociais estejam ficando mais velhas, e começa aquela preocupação de "preciso achar alguém pra não sobrar e ficar pra titia". Inicia-se a caçada.
As pessoas Na faculdade conhece-se um enorme número de pessoas em pouco tempo, e pessoas que você não conhece tão bem... portanto essas pessoas ainda estão com uma aura de idealização que você pinta nelas. Potenciais candidatos.
O contexto Particularmente na minha faculdade, há um razoável número de pessoas que se mudaram pela faculdade, ou assim como eu ficam nesse vai-vém insuportável, e se sentem sozinhas por estarem longe da família e dos amigos, um namorado ou namorada seria o ideal para matar essa solidão e haver uma distração de tudo o que realmente está acontecendo.
O restante Bem, o restante das pessoas está exatamente na mesma situação, então há caçadas de ambas as partes... e badabim, badabem, badabum! Aí se alastra uma terrível epidemia que tem por sintomas fofura demasiada que pode provocar náuseas, tonturas, enlouquecimento e fobia amorosa.
A profilaxia Pare de pensar que 18, 19 ou 20 (ou 22, 23, 24...) anos sem namorado(a) é estar encalhado. Primeiramente, cada pessoa tem seu tempo. Segundo, às vezes você simplesmente não encontrou a pessoa certa. Ficar com a pessoa errada pode te fazer perder a pessoa certa. Estamos numa idade em que nossa prioridade deve ser estudos, ICs, projetos e trabalhos. Um relacionamento amoroso te deixaria na fossa quanto a tudo isso (a não ser que você faça um curso de humanas, daí você tem tempo pra essas bobagens).

Bem... mas isso é apenas o pensamento de uma cética aspirante a cientista. Tu podes fazer a merda que quiser, mas não venha dizer que não avisei, honey.

2 comentários:

  1. Mel curti seu post...mas que implicância com o povo de humanas rsrsrsrs...faço humanas e sou tão ocupada quanto um cientista =P

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  2. Eeei, o que você tem contra quem faz humanas? Humpf.

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